De Futebol-Flamengo tied Avai. The Tie Drops Boo-Menago to sixth place

Flamengo and Avia tied one all. The tie drops Boo Mengao into sixth place with 39 points.

Globo Esportes: Flamengo e Avaí empataram em 1 a 1 na noite deste sábado, na Ilha do Urubu, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. Fugindo do rebaixamento, os visitantes saíram na frente, com Pedro Castro, após cobrança de falta, mas não conseguiram segurar a pressão rubro-negra. Com um belo chute de fora da área, Rodinei empatou no segundo tempo.

PRIMEIRO TEMPO

Com um time completamente modificado por causa da decisão da Copa do Brasil, que será realizada na quarta-feira, o Flamengo teve muitas dificuldades para passar pela retranca do Avaí, que apostava em contra-ataques. Em um lance despretensioso, Pedro Castro tentou cruzar na área, mas ninguém tocou, e a bola entrou no canto do gol defendido por Diego Alves. A falta de poder de criação atrapalhou o Rubro-Negro.

SEGUNDO TEMPO

O técnico Reinaldo Rueda, insatisfeito com o resultado e a atuação do time, tirou Matheus Sávio e colocou Geuvânio no intervalo. O atacante entrou pela direita, mas não mudou muito o poder de criação rubro-negro. O Avaí, muito fechado, conseguia impedir as chegadas do Flamengo. Até que, depois de um escanteio batido por Éverton Ribeiro, Rodinei pegou a sobra e marcou um golaço de esquerda. O Rubro-Negro ainda teve boas chances, principalmente com o Vizeu, de cabeça, no finzinho, mas não virou. “

http://globoesporte.globo.com/rj/futebol/brasileirao-serie-a/jogo/23-09-2017/flamengo-avai/

De Futebol Flamengo stinks the joint out.

Flamengo  lost to Ponte Preta 1-0. Globo Esportes :” Após bola esticada por Renê na esquerda, Paquetá chutou em cima do goleiro Aranha. Esse lance, aos 22 do primeiro tempo, marcou a única finalização do Flamengo na direção do gol na derrota por 1 a 0 diante da Ponte Preta. Durante os 90 minutos, a equipe de Reinaldo Rueda pecou sobretudo por não conseguir transformar sua posse de bola (64%) em oportunidades tão claras e perigosas.

Primeiro arruma a defesa… e depois?

Assim que chegou ao Flamengo, Rueda priorizou ajustes em sua defesa. Se preocupou em deixar a equipe mais equilibrada atrás e obteve resultados para a meta: seis gols sofridos em 13 jogos. Em contrapartida, o ataque é que precisa de equilíbrio agora.

Em sua intervenção defensiva, o técnico pediu aos laterais uma postura mais defensiva, cobrindo melhor os espaços atrás. Por outro lado, o Flamengo agora ataca com menos homens no setor, sem laterais apoiando com frequência. Restou, sem sucesso, cruzamentos e lançamentos longos, fáceis para o corte dos defensore.

– Creio que é uma coisa que só se encontra nos momentos em que conseguirmos os resultados, conseguirmos fluidez. Não somente na questão das finalizações, mas de a criação das jogadas serem um pouco mais claras também. Penso que isso só se soluciona com futebol e gols – analisou Rueda.

O Flamengo tem 111 gols marcados em 2017. A média, no entanto, caiu. Em 13 partidas, marcou apenas 14 vezes (1,07 por partida). A média anterior ao colombiano era de 1,87 por partida.

Queda de rendimento e desfalques

Os problemas para se acertar ofensivamente também esbarraram em outros fatores. Em queda de rendimento notável, Diego teve outra atuação apagada e sem criatividade. Já Everton Ribeiro prendia muito a bola, demorando para dar passes rumo ao ataque.

Na derrota diante da Ponte Preta, o Flamengo ainda teve desfalques importantes em seu setor ofensivo. Sem Guerrero (com a seleção peruana), ficou mais difícil segurar a bola no ataque e tirar proveito das bolas longas lançadas. Paquetá, por mais que se esforce, não tem as mesmas características. Além disso, Rueda não contou com Everton (não viajou por conta de desgaste) e Berrío (suspenso).

https://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/fla-tem-dificuldades-para-finalizar-e-perde-o-caminho-do-gol-contra-a-ponte.ghtml

De Futebol Cruzeiro defeated Flamengo 5-3 in a PK shootout to win the Copa Brasil

Flamengo lost to Cruzeiro 5-3 in a PK shootout to the final of The Copa do Brasil.

Globo Esportes:” Grandes clubes, com grande capacidade de investimento, precisam estar nas grandes decisões, disputar títulos. O Flamengo saneou suas finanças, melhorou seu elenco com jogadores de peso, frequentou o alto da tabela do último Brasileiro e nesta quarta-feira jogou a final da Copa do Brasil. Mas não basta. Há um compromisso que o Flamengo ainda não consegue cumprir, um passo adiante que o clube não consegue dar. E que também é papel dos grandes clubes: agigantar-se nas grandes ocasiões, conseguir se impor nos grandes jogos. Nesta quarta, voltou a entregar menos do que se podia esperar num jogo crucial, este no Mineirão, após ter feito bom jogo no Maracanã. E perdeu outro jogo crucial: 0 a 0 no tempo normal, 5 a 3 nos pênaltis para o Cruzeiro.

Houve equilíbrio em boa parte do tempo, mas sempre uma sensação de um pouco mais de ambição do outro lado, não do Flamengo. E, por mais cruel que pareça, Diego, um dos símbolos deste clube mais capaz de investir e brigar por grandes nomes, foi o rubro-negro a desperdiçar sua cobrança após um jogo em que fora pouco influente. Chegou-se a apostar, talvez num toque místico, que Muralha, símbolo de um problema de planejamento do clube — que jogou a final sob o comando de um treinador há 40 dias no cargo —, pudesse viver sua redenção numa disputa por pênaltis. Ele optou por pular no mesmo canto em todas as cobranças e não defendeu. O nome decisivo foi Fábio, 36 anos. Se decisões testam a personalidade, a vivência, não é de estranhar que Juan, 38 anos, tenha sido um dos melhores do Flamengo no Mineirão.

Finais assim costumam ser um exercício de moderação de riscos. Cada passe é medido, cada pequena ousadia é ponderada. Foi o ponto que uniu Flamengo e Cruzeiro. Quanto às estratégias, havia duas formas diferentes de tentar chegar ao gol.

O Flamengo buscava um jogo mais elaborado, cadenciado, tentando abrir espaços movendo a bola, que passava longo tempo nos pés dos defensores até a tentativa de um passe na direção do ataque. O Cruzeiro apostava num jogo mais direto, em buscar mais rapidamente os atacantes, buscando punir erros de saída de bola rubro-negras. Colocando na balança as chances criadas e perdidas, a proposta cruzeirense andou mais perto de mexer no placar.

O Flamengo jamais chegou à área rival em condição de finalizar, voltava a ser o time com aparente controle da partida mas sem contundência. Guerrero lutava contra a defesa rival, fazia bom jogo, dentro das possibilidades que o time oferecia: saía da área para ser opção de passes, esperava a aproximação do time. E cobrou uma falta no travessão. Mas faltava mais presença dos pontas perto do gol e apoio dos laterais. Em especial Trauco, opção de Reinaldo Rueda ontem, que tem como ponto forte mais a construção de jogadas do que o combate.

No mais, o jogo imaginado por Mano Menezes deu alguns frutos. Fala-se que detalhes decidem finais e um drama pessoal quase cumpriu a regra. O jovem Raniel saiu machucado e aos prantos aos três minutos. E a entrada de Arrascaeta desequilibrou a marcação rubro-negra. O uruguaio saía do centro do ataque e, pela esquerda, juntava-se a Alisson para bater Pará. E foi em recuperações de bola com o Flamengo saindo para o jogo que Arrascaeta e Thiago Neves perderam boas oportunidades. A de Thiago, a mais clara.

O segundo tempo trouxe um Cruzeiro que explorava mais os lados do campo. Perdera Robinho e voltara com Rafinha. Foram dez minutos de problemas para o Flamengo, pressionado em seu campo embora sem conceder chances claras. Perto do fim, uma falha de Muralha quase deu o gol a Arrascaeta.

Aos poucos, o jogo voltou ao seu roteiro de poucos riscos, embora o Flamengo trouxesse um Diego mais perto da área cruzeirense, tentando ser o homem do passe final. Conseguiu pouca coisa, foi muito marcado e não viveu sua melhor noite.

Rueda tentou lançar Paquetá na vaga de Éverton e, depois, Rodinei no lugar de Berrío. Mas o Flamengo viveu da luta solitária de Guerrero, que ganhou de dois adversários antes de acertar o ângulo de Fábio, que voou para decretar a cobrança de pênaltis como desfecho de uma final que testava os nervos. Na marca fatal, o Flamengo não deu o passo que ainda o separa do reencontro com as grandes vitórias.

https://oglobo.globo.com/esportes/cruzeiro-derrota-flamengo-nos-penaltis-conquista-penta-21880899#ixzz4uBMdUxuN

De Futebol

Flamengo defeated Sport 2-0. This was Boo-Mengao’s first goals scored in three straight matches.

The win pushes the guys into fourth place with 38 points.

Globo Esportes:” eu tudo certo para o Flamengo. O criticado Muralha teve bom desempenho e Guerrero voltou a marcar após seis jogos. O gol do atacante peruano abriu o caminho da vitória de 2 a 0 para o rubro-negro sobre o Sport na Ilha do Urubu.

O resultado levou o time ao quarto lugar do Brasileiro e aumentou a confiança para a final da Copa do Brasil com o Cruzeiro, no dia 27 deste mês. Como Thiago sofreu uma fratura no punho esquerdo e dificilmente terá condições para jogar a decisão, o técnico colombiano Reinaldo Rueda optou por Muralha como titular diante do Sport para o goleiro ganhar ritmo.

Desde antes do anúncio de Muralha como titular, a torcida já apoiava o goleiro na chegada do time ao estádio. O goleiro foi bem nas saídas pelo alto e, nas poucas vezes que foi acionado, não comprometeu. Saiu para o intervalo aplaudido.

No outro extremo do campo, Guerrero, que não marcava há seis jogos, encerrou jejum logo aos 8 do primeiro tempo, quando Everton Ribeiro recebeu na esquerda e tocou para Trauco cruzar. O goleiro Magrão espalmou e Guerrero apareceu livre no rebote para marcar o gol rubro-negro.

Aos 37 do segundo tempo, Muralha salvou o Flamengo ao espalmar um chute rasteiro de Wesley.

Se a vitória já estava quase garantida com a defesa salvadora, foi sacramentada com o gol de Éverton Ribeiro, aos 47. Ele aproveitou cruzamento de Berrío e fez de cabeça.

https://oglobo.globo.com/esportes/com-boa-atuacao-de-muralha-flamengo-derrota-sport-21834587#ixzz4syUpXk2l

De Futebol

Flamengo has not scored in three straight matches. Boo-Mengao tied Chapecoense nil-nil.

Globo Esportes:” Depois de uma atuação abaixo da média, o Flamengo pode até se considerar satisfeito com o empate sem gols diante da Chapecoense, nesta quarta-feira, na Arena Condá. No jogo de volta, pelo critério do gol fora de casa, qualquer igualdade no placar dará vaga aos catarinenses nas quartas de final da Sul-Americana — exceto um novo 0 a 0, é claro, que leva a decisão para os pênaltis. Mas a impressão é que o time rubro-negro, em vez de zerado, poderia ter saído no prejuízo na sua pior exibição sob Reinaldo Rueda.

O técnico rubro-negro, no entanto, festejou o resultado:

– Foi um resultado bom, lembrando que é um duelo decidido em 180 minutos.

Rueda também gostou da postura do time:

– A partida de Sul-Americana as vezes é para guerrear e não jogar bonito. O Flamengo quer jogar bonito, mas as partidas internacionais são em um nível altíssimo. É o momento de se acostumar ao que é uma competição internacional. Jogaremos bonito, para a arquibancada, quando estiver 6 a 0 no placar. No 0 a 0 temos que guerrear, competir e lutar.

No primeiro tempo, a atuação do Flamengo resgatou a lembrança dos momentos mais infrutíferos vividos antes da chegada de Rueda. Mesmo tendo a bola em 65% do tempo de jogo, o time rubro-negro permanecia estéril no ataque. Guerrero foi a exceção à regra, produzindo chances isoladas: primeiro em uma bola aérea aos 10 minutos, quando sua finalização foi bloqueada por Moisés; depois, aos 15, com um chute de longe que assustou o goleiro Jandrei.

Embora vários titulares tenham sido poupados no fim de semana, o time jogava numa intensidade muito abaixo da exibida no mata-mata da Copa do Brasil. A questão física revelou-se um problema ao menos para Everton, que sentiu dores musculares na panturrilha esquerda e saiu aos 25 do primeiro tempo.

O lado direito do ataque se desenhava como principal caminho para o Flamengo chegar ao gol da Chapecoense. Alan Ruschel, que atuava como meia-esquerdo em sua primeira partida oficial como titular após a sobrevivência milagrosa ao acidente aéreo na Colômbia, criou a melhor chance do primeiro tempo aos 40 minutos, com uma finalização forte que Diego Alves espalmou. Ruschel, no entanto, tinha clara dificuldade para ajudar na recomposição defensiva. Já o lateral-esquerdo Reinaldo ficou pendurado ainda no primeiro tempo e tinha limitações na marcação.

O problema é que Berrío e Rodinei, as armas rubro-negras pela direita, estavam em noite pouquíssimo inspirada. Precisou Willian Arão se infiltrar por aquele setor, aos 33 minutos, para que o time rubro-negro alcançasse a linha de fundo e exigisse uma interceptação de Jandrei.

Diego voltou mais participativo do intervalo e, por 15 minutos, o Flamengo foi mais dinâmico. Ainda assim, o setor ofensivo não conseguia furar a marcação da Chapecoense pelo chão. As chances, então, surgiram pelo alto e com a dupla de zaga. Aos cinco, Diego cobrou escanteio na cabeça de Juan, que cabeceou em cima de Jandrei. Aos 15, novamente na bola parada, Diego cruzou para um desvio de Réver, e o goleiro da Chape salvou no reflexo.

Quando o camisa 10 caiu tecnicamente, no entanto, o time rubro-negro se viu sem opções de saída de jogo e a Chapecoense passou a ditar o ritmo da partida. Aos 29, Diego Alves rebateu um chute de Penilla nos pés de Reinaldo, que errou o alvo. Canteros, que teve passagem apagada pelo Flamengo entre há dois anos, deixou Luiz Antônio, outro ex-rubro-negro, de frente para o gol aos 38. Diego Alves, desta vez, saiu-se bem. Aos 41, o goleiro rubro-negro nada poderia fazer em boa chegada de Penilla, cara a cara, mas o equatoriano chutou para fora.

Enquanto isso, o Flamengo se mostrava perdido taticamente. Tampouco parecia ter a cabeça no lugar. Diego saiu com expressão insatisfeita ao dar lugar a Éverton Ribeiro aos 42, uma substituição que Rueda demorou a fazer. O próprio Éverton Ribeiro não se mostrou feliz: com poucos minutos em campo, não conseguiu articular lances ofensivos e só arrumou tempo para levar cartão amarelo, após um pontapé infantil e nervoso em Reinaldo, com a bola fora de campo. Lucas Paquetá, que havia substituído o inoperante Berrío, até levou perigo a Jandrei em dois chutes de longe. A sensação final, porém, é de que o empate foi lucro.

https://oglobo.globo.com/esportes/em-atuacao-fraca-fla-leva-sustos-no-fim-empata-sem-gols-com-chape-21819455#ixzz4seYkW2IN

De Futebol

Flamengo was shut out by Botafogo 2-0. Boo Mengao has 35 points parked in fifth place. The schmucks dropped two, won three and now lost two in a row.

What gives here?

Globo Esportes:” Foi um prêmio à insistência o que se assistiu neste domingo, no Estádio Nilton Santos. A teimosia de Roger, por exemplo, foi recompensada: após perder duas chances claras no primeiro tempo, compensou com dois gols após o intervalo, definindo o placar de 2 a 0. A vitória, enfim, sorriu para o Botafogo, no sexto clássico contra o Flamengo neste ano.

Sem vencer o rival rubro-negro desde 2015, o Botafogo encarava com afinco a partida deste domingo. Ao contrário de Reinaldo Rueda, que encheu a escalação de reservas, Jair Ventura não poupou ninguém para o jogo de quarta contra o Grêmio, pela Libertadores. O termômetro do time, curiosamente, foi um jogador que acumulava atuações apagadas e só ganhou chance pela lesão do titular João Paulo: o chileno Leo Valencia.

Valencia movimentou-se bastante pelos dois lados do ataque e incomodou muito a defesa do Flamengo. Aos 18, pela direita, cruzou para Roger se livrar de Rodinei na matada de bola e chutar com perigo. Aos 34, pela esquerda, descolou novo cruzamento preciso para Roger. O atacante cabeceou para baixo, como manda o manual, e Diego Alves fez excelente defesa.

Era visível, por sinal, que o Flamengo tinha mais segurança no gol com o retorno do titular, que não está inscrito na Copa do Brasil. Aos 18, quando foi pressionado na saída de bola, aplicou um drible frio e desconcertante em Matheus Fernandes, que levou as mãos à cabeça, incrédulo. O lance originou um contra-ataque nos pés de Everton Ribeiro, que foi derrubado na entrada da área. Guerrero cobrou a falta no ângulo e Gatito Fernandez voou para defender. No segundo tempo, o goleiro do Botafogo voltaria a brilhar em chute de Everton Ribeiro. Se o clássico fosse decidido pelas atuações dos goleiros, daria empate.

Mas nem tudo depende só de quem guarda a meta: há lances que estão além do alcance. Como no primeiro gol do Botafogo, aos 10 minutos da etapa final. Valencia cobrou escanteio, Igor Rabello subiu mais que Cuéllar e Diego Alves se esticou todo para ver a bola tocar na trave. Caído, nada pôde fazer para conter Roger, que aproveitou o rebote e fez 1 a 0.

Rueda tentou injetar ânimo no Flamengo, tirando o apático Geuvânio para a entrada de Berrío. E o time rubro-negro até viu seu volume ofensivo crescer. O problema é que Leo Valencia continuava imparável. Aos 23, o chileno viu pela direita uma rara ultrapassagem de Bruno Silva, que tinha mais atribuições defensivas devido à ausência de Rodrigo Lindoso no meio-campo. E Valencia aproveitou a chance: serviu o companheiro, que cruzou rasteiro para Roger fazer o segundo.

Quando Leo Valencia finalmente cansou, Fernandes entrou para dar segurança defensiva ao Botafogo nos dez minutos finais. Nas mexidas restantes, com as entradas de Willian Arão e Everton nos lugares de Rômulo e Matheus Sávio, Rueda passou a ter seu time titular do meio-campo para frente. Ainda assim, o Flamengo não conseguiu ser incisivo e levar mais perigo ao gol de Gatito.

https://oglobo.globo.com/esportes/botafogo-usa-forca-maxima-vence-flamengo-no-sexto-classico-do-ano-21806556#ixzz4sMwQa2lo

De Futebol

Flamengo has won two in a row. The guys defeated Atletico-PR 2-0 good enough for 5th place 35 points.

Globo Esportes:” No duelo de rubro-negros por um lugar no G-6, o Flamengo levou a melhor e venceu o Atlético-PR por 2 a 0, neste domingo, na Ilha do Urubu, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Diego e William Arão marcaram os gols do time carioca, que dominou a maior parte da partida e criou as melhores chances.

Com o resultado, o Flamengo ficou na quinta posição, com 35 pontos. O Atlético-PR permanece em sétimo, com 30 pontos.

Os times só voltam a campo pelo Brasileiro apenas no dia 10 de setembro, um domingo. O Atlético-PR tem pela frente o clássico com o Coritiba, às 11h (de Brasília), na Arena da Baixada, enquanto o Flamengo pega o Botafogo, às 19h (de Brasília), no estádio Nilton Santos. Antes, o Rubro-Negro carioca enfrenta o Paraná Clube pelas quartas de final da Primeira Liga – o jogo será na quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no estádio Kleber Andrade, em Cariacica-ES.

O Atlético-PR até tentou ameaçar no começo do jogo, mas o Flamengo logo tomou o controle. Aos 16 minutos, após cobrança de escanteio, Weverton defendeu cabeçada de Guerrero, e Diego aproveitou o rebote para abrir o placar. Explorando o lado direito do ataque, o Rubro-Negro carioca chegou ao segundo gol aos 31. Berrío cruzou, a zaga cortou, e William Arão pegou a sobra na entrada da área para chuta r de primeira e fazer o segundo. O Furacão levou perigo aos 36, em chute de Pavez que passou ao lado do gol.

Buscando acordar o Atlético-PR, o técnico Fabiano Soares voltou do intervalo com as entradas de Douglas Coutinho e Pablo nos lugares de Sidcley e Ribamar. O Furacão começou mais ofensivo, mas com pouca efetividade. A melhor oportunidade veio aos 13 minutos, quando Pablo furou uma finalização na cara de Diego Alves.

A segunda etapa foi mais equilibrada. O Flamengo teve boas aportunidades para marcar o terceiro. Duas delas foi com Guerrero, em chutes que passaram muito perto da trave. Quem também quase fez foi Rômulo e Juan, mas os dois pararam em Weverton. No fim, o goleiro pegou mais uma, desta vez de Guerrero. O Atlético-PR também assustou com Pablo e Nikão, em desvios de cabeça que foram para fora, mas foi pouco para evitar a vitória do Flamengo. “

http://globoesporte.globo.com/rj/futebol/brasileirao-serie-a/noticia/flamengo-domina-e-vence-o-atletico-pr-em-confronto-direto-pelo-g-6.ghtml

De Futebol

Boo-Mengao stopped the bleeding with a huge 2-0 win over Atletico-GO.

Globo Esportes:” É bem verdade que era um Flamengo diferente. Dificilmente a formação que venceu o Atlético-GO, por 2 a 0, na Ilha do Urubu, voltará a se repetir na temporada. Mesmo assim, o triunfo sobre o lanterna no Brasileirão serviu para Reinaldo Rueda observar opções dentro de seu elenco.

Apesar de não encontrar espaços facilmente e abusar do jogo aéreo no primeiro tempo, o Rubro-Negro conseguiu abrir o caminho para a vitória na velocidade da joia Vinicius Júnior, que marcou duas vezes.

Com o triunfo, a equipe volta a vencer no Brasileirão após quatro rodadas. O Flamengo chegou aos 32 pontos e sobe para a quinta posição, ainda com a rodada em andamento. A opção de poupar jogadores neste sábado foi de olho na semifinal da Copa do Brasil, nesta quarta-feira, diante do Botafogo.

Em uma nova chance no time titular, Vinicius chamou o jogo o tempo todo. Utilizou algumas vezes de seus dribles característicos, pressionou a saída de bola e deu trabalho para a marcação do Atlético-GO no lado esquerdo do ataque.

No segundo tempo, manteve o ritmo e fez o gol que abriu o caminho para a vitória. Pelo mesmo lado esquerdo do ataque, teve fôlego para acompanhar passe esticado por Márcio Araújo, adiantou bem para a pena esquerda, arrancou e bateu bonito de canhota, abrindo o marcador.

Mantendo a velocidade, Vinicius ainda marcou o segundo gol rubro-negro. Diego, que entrou no segundo tempo, passou para Lucas Paquetá, que deu belo passe para o camisa 20 entrar na área, tirar do goleiro e marcar novamente.

Sem Guerrero (se recuperando de lesão) e Vizeu (poupado, de olho na Copa do Brasil), a opção de Rueda para referência de ataque foi Lucas Paquetá. O camisa, 39, meia de ofício, se apresentava na área assim como se deslocava muito para tentar buscar as jogadas. Esforçado, trabalhou bem com e sem a bola e ganhou elogios do técnico colombiano após o confronto. Mas foi fazendo ”sua especialidade” que protagonizou seu melhor lance no jogo, após belo passe para Vinicius Júnior no segundo gol.

A principal novidade na escalação inicial de Reinaldo Rueda não trouxe problemas nos primeiros 45 minutos. Rafael Vaz atuou no primeiro tempo na lateral-esquerda e conseguiu tanto ajudar a defesa, quanto aparecer algumas vezes no ataque. Antes de ser substituído por Renê no intervalo, acertou 25 passes, roubou duas bolas e cruzou três vezes na área.

Na ponta direita, Geuvânio ficou muito preso na primeira etapa. Em nova oportunidade entre os titulares, o atacante não conseguiu criar boas oportunidades na dobradinha com Pará.

O Flamengo de Rueda voltou a repetir os problemas do time de Zé Ricardo na primeira etapa. Apesar da posse de bola, enfrentou dificuldades para furar a retranca adversária, encontrar espaço e transformar domínio em resultado. Por isso, voltou a apresentar o excesso de bolas levantadas na área.

A opção do treinador ao colocar Renê no time no intervalo pode prejudicar a escalação do Flamengo para quarta-feira, quando encara a semifinal da Copa do Brasil, diante do Botafogo. Ao entrar em uma dividida, o lateral levou a pior e sofreu uma entorse no tornozelo direito. Ele tentou continuar no jogo, mas precisou ser substituído.

http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/velocidade-de-vinicius-abre-caminho-na-ilha-por-que-o-fla-venceu-o-atletico-go.ghtml

De Futebol

Flamengo defeated Botafogo 1-0 to advance to the finals of the Copa do Brasil.

Globo Esportes:” Até é verdade que o modelo de jogo que o colombiano Reinaldo Rueda tenta implantar, em seus poucos dias de Flamengo, prevê a circulação rápida da bola pelo meio para que, eventualmente, os pontas recebam em boas condições para tentar vencer seus marcadores. Mas há coisas no futebol que transcendem o planejamento. Uma delas, o drible de Berrío, desatou o nó de uma eliminatória dura, embora dominada por mais tempo pelo Flamengo, em especial no segundo jogo, o de ontem. O que justifica a vitória por 1 a 0 no Maracanã e a passagem para a final da Copa do Brasil.

– É pra esses momentos que nós trabalhamos. Um gol neste jogo tem um peso muito grande – disse Diego, autor do gol da classificaçao.

Não brotavam tantas chances, embora o Flamengo tivesse o controle. O Botafogo, ainda que confiante em seu estilo de pouca posse e contragolpes eficientes, abusava do conservadorismo. Ou se via sem caminhos, escasso de opções ofensivas na Copa do Brasil. Afinal, alguns de seus reforços — como ocorre com o Flamengo —, não estejam inscritos, casos de Léo Valencia e Marcos Vinícius. Após 70 minutos, estava claro que seria preciso algo diferente, um toque de invenção num mata-mata em que ninguém parecia tão disposto a riscos. Até aparecer Berrío e seu drible, que está para ser catalogado em algum almanaque. Ficou para trás Victor Luís, surgiu Diego para decidir o jogo. A final será nos dias 7 e 27 de setembro, contra o Cruzeiro, que eliminou o Grêmio nos pênaltis, no Mineirão, por 3 a 2, após vitória por 1 a 0 no tempo normal. Nesta quinta-feira, um sorteio define a ordem dos mandos de campo.

Em certos aspectos, o Maracanã viu no primeiro tempo um prolongamento do jogo de ida, embora os primeiros 15 minutos indicassem o contrário. Um cruzamento de Roger terminou na cabeçada de Guilherme, a melhor chance alvinegra. E um erro de Luís Ricardo permitiu a Guerrero exigir difícil defesa de Gatito. Mas a expectativa de um jogo eletrizante não prosperou.

Primeiro, porque o Flamengo ainda ensaia a sua evolução com Reinaldo Rueda. Povoa o setor central do campo ao sair jogando. Arão, Diego e até Éverton se colocavam entre as linhas de marcação rivais. A ideia era que Cuéllar, ou até os zagueiros e laterais buscassem o passe que rompesse a marcação alvinegra e fizessem o time progredir no campo mais rapidamente, com bola no chão. Guerrero, de enorme esforço para jogar e com presença importante, fazia o pivô. Mas ainda falta ao Flamengo infiltração na área.

Já o Botafogo mostrava excessiva dificuldade em contragolpear. O time até se sente confortável neste tipo de jogo, sem tanto domínio da bola, mas faltou respirar em algumas ocasiões do jogo. Não achava as saídas pelos lados com Guilherme e Bruno Silva. Sempre que o Flamengo ensaiava uma pressão, o alvinegro recorria à bola longa, de segurança. Recurso que os rubro-negros também andaram empregando, embora, por estilo, tentassem circular mais a bola pelo chão.

E havia outro fator para um jogo outra vez amarrado. O árbitro Wilton Sampaio também parecie temer o erro. Marcava faltas em profusão para travar ainda mais o jogo. E tinha olhar sempre mais simpático à defesa diante de qualquer choque próximo das áreas. A emoção minguou.

O domínio do Flamengo se ampliou no segundo tempo. Não que as chances se sucedessem, mas cada posse de bola do Botafogo era logo sufocada. Cuéllar teve crescimento notável desde que chegou Rueda, tem o mando do meio-campo.

Antes rigoroso, Wilton Sampaio passou a se omitir. Cuéllar deu entrada duríssima em Matheus Fernandes, destaque alvinegro, que sairia machucado. O juiz ignorou também o golpe de Rodinei em Guilherme. E tampouco interveio quando Marcelo cortou com a mão um chute de Guerrero. Era pênalti.

Pelo meio ou pelos lados, o Flamengo era superior. Difícil um time sobreviver com tão poucas ações ofensivas como o Botafogo de ontem, que terminou o jogo, já no desespero, com dois centroavantes e pouca inspiração, pouco jogo. O Flamengo já vira Arão cabecear uma bola perigosa, mas faltava o toque de desequilíbrio. Foi o drible de Berrío, o gol de Diego.

https://oglobo.globo.com/esportes/flamengo-derrota-botafogo-volta-final-da-copa-do-brasil-21741091#ixzz4qfj1umSo

De Futebol

Flamengo is stinking the joint out big time. Boo-Mengao has dropped three straight. This is time a 2-0 loss to Atletico-MG. The guys have dropped to sixth place with 29 points.

Globo Esportes:” Sai pra lá, crise!”. Foi mais ou menos este o recado do Atlético-MG após a vitória deste domingo, sobre o Flamengo, no Independência, por 2 a 0. Quatro dias após a eliminação na Libertadores, o Galo fez um bom jogo, foi superior do início ao fim e buscou uma vitória sólida. Fez as pazes com a torcida e voltou a vencer após cinco jogos com maus resultados em casa. Pelo lado Rubro-Negro, Reinaldo Rueda, o novo treinador, viu das cabines do estádio a equipe perder Trauco aos sete minutos do segundo tempo, após expulsão. Se no 11 contra 11 o time não conseguiu se impor, com um a menos ficou ainda mais complicado. O Flamengo chegou à terceira derrota seguida no Brasileirão – quarto jogo sem vencer.

Com o resultado, o Atlético-MG chegou aos 26 pontos e respira aliviado na tabela do Brasileirão, abrindo quatro pontos da zona de rebaixamento e se aproximando do G-6, grupo dos times que vão à Libertadores. O Flamengo permaneceu com 29 e perdeu a chance de se aproximar dos líderes. Na próxima rodada, o Galo encara outro carioca: o Fluminense, no Maracanã, às 20h (de Brasília) de segunda-feira. O Flamengo recebe o Atlético-GO, na Ilha do Urubu, às 19h de sábado. Antes disso, o Rubro-Negro tem o clássico contra o Botafogo, quarta-feira, pela semifinal da Copa do Brasil, no Nilton Santos.

O primeiro tempo foi muito movimentado, com as duas equipes buscando o gol desde o início. Com cinco minutos no relógio, Atlético-MG e Flamengo já tinham tido uma boa oportunidade cada. Precisando dar uma resposta após a eliminação na Libertadores, o Galo pressionou um pouco mais e, aos 15, marcou de pênalti, após puxão na camisa de Luan e cobrança de Fábio Santos, deslocando Diego Alves. Rogério Micale precisou mexer no time quando Gabriel, zagueiro titular, sentiu dores na costela. Felipe Santana entrou e não comprometeu. Os dois times continuaram tendo chances, mas pecaram no último passe ou na finalização e não conseguiram marcar. O placar de 1 a 0 se manteve até o intervalo.

Rogério Micale e Jayme de Almeida mantiveram as escalações para o segundo tempo, mas o técnico flamenguista só teve 11 em campo até os 7 minutos da etapa final, quando Trauco foi expulso pelo segundo amarelo, após cometer falta em Marcos Rocha. E foi justamente no “buraco” deixado por Trauco que o Galo encontrou o segundo gol. Luan, o melhor em campo, disparou pela direita e cruzou para Rafael Moura. A bola desviou na zaga e ficou ainda mais no jeito para He-Man marcar e ampliar para o time da casa. Com vantagem numérica e tranquilidade, o Galo manteve a posse de bola na maior parte do tempo até o apito final e ainda teve algumas chances para ampliar o marcador, o que não aconteceu.

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